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Hérnia de disco sem cirurgia, nova tecnologia Ozonioterapia

A hérnia de disco se apresenta como um deslocamento da posição posterior do disco vertebral, que comprime a raiz nervosa do nível correspondente, provocando uma dor aguda e crônica que se irradia desde a região lombar até as extremidades inferiores dos músculos e/ou pernas.

Contra esta sistematología dolorosa, a ozonioterapia pode fazer muito, graças a seu poder antiinflamatório respeitando o nervo e a capacidade de unir-se às moléculas de água, determinando uma forma de "desidratação"e depois uma redução das dimensões do “núcleo pulposo” expulsado, ou seja, da hérnia. Na maior parte dos casos, (estatísticas na Itália registram 92%) não há necessidade de operar a hérnia de disco.

A aplicação da mescla de oxigênio-ozônio pode chegar através de dois (2) métodos.

O primeiro se consegue com anestesia local sob controle radiográfico e prevê uma única injeção intradiscal com a qual se atinge diretamente o disco e se injeta a mescla de oxigênio-ozônio.

A aplicação dura cerca de 10 minutos e provoca uma dor muscular a nível focal. Empurrando-se o êmbolo da seringa de modo bem lento, (5 cc por minuto) não causa dor ou desconforto. A dosagem do número de microgramas de ozônio por mililitro (cc) de oxigênio, depende do estado da patologia e das condições do(a) paciente.

Regra geral dosa-se na seguinte proporção: divide-se o peso do paciente por dois (2) e este será o número de microgramas a ser dosado. Um paciente de 80 kg, receberia uma dosagem de 40 micrograms, em 20 ml (cc), que equivale a receber um total 800 microgramas por procedimento.

O segundo método, em contrapartida, prevê uma série de injeções paravertebrais (em geral quatro de 5 cc de gás oxigênio + ozônio por sessão), não diretamente no disco, mas a alguns centímetros de distância e na profundidade dos músculos que revestem a coluna vertebral. Neste caso a terapia pode ser efetuada em ambulatório e tem a duração média de 10 sessões, que durante a primeira semana se efetuam com uma freqüência de duas vezes e sucessivamente uma por semana. A ozonioterapia não tem contra-indicações, é um método pouco invasivo e pouco doloroso que dá bons resultados em 92% dos casos.

Numerosos estudos científicos confirmam a validade da ozonioterapia sobre tudo para a hérnia de disco lombar, e mais recentemente se confirmou positivo o tratamento da hérnia de disco cervical. A terapia também indicada para casos de lumbago crônico, na presença de simples protuberâncias discais, mais ou menos associadas a canais cervicais estenótipos, "restringidos da artrose e em todas aquelas situações de imperfeições da coluna vertebral.

Confirmando o uso terapêutico obtido pela ozonioterapia, é sabido que em alguns países esta aplicação é administrada pelo Sistema Sanitário Nacional, como por exemplo, na Itália.

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