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Postado em 30 de Junho às 10h11

Síndrome da Coluna Rígida

  • Centro de Coluna -

Também conhecida como Síndrome de Moersch-Woltman, nome dos médicos que a descreveram pela primeira vez em 1956, ela causa rigidez na coluna e é considerada uma das mais raras doenças neurológicas, atingindo 1 em cada 1 milhão de pessoas.

Ela é caracterizada pela rigidez gradativa do tronco e/ou membros, geralmente associada a espasmos dolorosos e contratura da região vertebral.

Estes sintomas são causados por desordens neurológicas de origem autoimune e se manifestam, principalmente, em pessoas acima dos 40 anos. Apenas 5% de todos os casos aconteceram em crianças ou adolescentes.

Justamente por diminuir a amplitude de movimentos dos músculos e articulações, o paciente passa a se mover mais lentamente, com uma postura rígida. Nos estágios mais avançados, os espasmos ficam mais fortes, que podem causar lesões, além da possibilidade de ocorrer disfunções respiratórias.

A Síndrome da Coluna Rígida se manifesta de seis formas distintas:

- Clássica: atinge a lombar e as pernas;

- Variante 1: atinge somente 1 membro, que faz com que a postura fique distônica;

- Variante 2: desarticula o movimento funcional;

- Variante 3: associada à distonia e ao Parkinsonismo (tremores em repouso);

- Variante 4: associada à paraparesia espástica hereditária;

- Raríssima: a rigidez atinge o corpo todo.

Normalmente, os pacientes com a Síndrome da Coluna Rígida, também, apresentam outras doenças autoimunes, como diabetes tipo 1, tireoidopatias de Graves e Hashimoto, vitiligo e anemia perniciosa.

Os espasmos causados pela doença são involuntários e considerados o sintoma primário da síndrome. A rigidez dos músculos costumam acontecer após momentos de estresse, tempestades emocionais ou situações de pressão social e psicológica.

Os sintomas considerados secundários podem incluir dores na coluna, hiperlordose, desequilíbrio e maior vulnerabilidade a quedas, fraturas e luxações, em especial quando os músculos atingidos são os vertebrais. Há risco de deformações nos braços e pernas, devido à repetição das contraturas musculares.

O tratamento deste tipo de doença, assim como de todas as que são consideradas rara, deve ser conduzido por uma equipe médica multidisciplinar, para que todos os sintomas e outras doenças coexistentes sejam devidamente tratadas.

Geralmente, o tratamento oferece, sim, uma longa e importante remissão dos sintomas, contribuindo para a qualidade de vida do paciente e diminui consideravelmente os prejuízos sociais e profissionais que possam ter sido causados pela doença.

Neste ponto, a fisioterapia tem um papel complementar, porém, fundamental, para o tratamento destes pacientes, já que reduz os espasmos musculares, alivia outros sintomas e promove o bem-estar do paciente.

Ter acompanhamento médico é indispensável para esta e qualquer outra doença. Sua saúde é o seu bem mais valioso, então, não descuide dela.

Aqui no Centro de Coluna somos especialistas em cuidado, venha nos conhecer!

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